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16 de agosto de 2017

É tudo no tempo de Deus.

Ela andava tão cansada nesses dias. Desanimada. Cabisbaixa. Mas não era um cansaço da vida e das coisas, mas sim; das pessoas. Parecia que quanto mais o tempo passava, mais ela tinha preguiça de conhecê-las. Até achou que estava ficando velha rápida demais e achando tudo isso um saco, mas que na real, estava difícil mesmo era de alguém surpreendê-la ou encantá-la em coração.


O trabalho até que tava bom: acordava cedo, passava o café e ia viver. Pessoas novas. Oportunidades novas. Conquistas novas. Não tinha nem o que reclamar, e sim; agradecer.

Voltou a treinar. Tá pegando mais firme nos treinos, anda se cuidando e se querendo, só não tá firme na dieta, pois não consegue seguir nenhuma regra de alimentação tão saudável, pois não quer deixar de querer comer besteiras. Então teimosa que só ela segue: linda, satisfeita e feliz, pois precisa pegar um corpinho bonito até o final de ano, já tá até programando sua viagem com as amigas.

Ela já nem está se preocupando tanto assim em querer um amor, depois de ter dado o próprio coração e a pessoa ter machucado, decidiu que - agora - era hora d'ela mesma se cuidar. Hoje em dia ela anda por aí pisando mais firme no chão e sempre com um pé atrás, anda mais segura e não se entrega de bandeja para qualquer um. Afinal, hoje em dia ela não espera mais nada das pessoas. Agora? Só de Deus e dela mesma.

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"A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar." — Antoine de Saint-Exupéry — Cative-me.