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25 de julho de 2017

To com saudades de você

Oi amor, como é que estão as coisas hoje por aí? Por aqui tá tudo tranquilo, quer dizer… aquela correria de sempre, sabe!? To cansada de tanto trabalho e de saco cheio só de pensar na faculdade, mas daqui a pouco o final de semana chega e eu consigo respirar de novo. Agora eu to jogada na cama, olhando pro teto e pensando em nós dois. Passei em frente a uma daquelas padarias que a gente precisa ir quando estiver junto, só esqueci de anotar o endereço, mas tudo bem, a gente descobre depois. Arrumei meu quarto, hidratei o cabelo e lembrei daquele filme que você me indicou, mas esse vai ficar pra amanhã (ou depois, mas prometo que vou assistir). Ah, e eu também senti saudade. Muita. Dessas que rasgam o peito e deixam o nosso coração pequenininho.

É difícil estar longe, é difícil não poder te abraçar na hora em que dá vontade ou ir te ver quando dá na telha. É difícil não ter seu cheiro grudadinho não meu corpo todos os dias e nem o seu gosto vivo na minha boca. É difícil controlar a ansiedade pra matar essa angústia de estar tão distante e o choro que entala na garganta a cada instante que eu vejo um casal de mãos dadas na rua e penso que podia ser nós dois, mas não dá. Não agora. É punk ignorar a distância, respirar fundo e acreditar que vai ficar tudo bem. Mas aí eu lembro de você dizendo que me ama muito, muito, muito e que logo vamos estar juntos de novo e isso até que acalma um pouco. Só um pouco. Porque tá pesado suportar, eu confesso. A gente acha que não vai ser tão ruim, mas quando a ficha cai, putz, nos damos conta de que a saudade dói pra caralho. Ela arde, queima, sangra e faz ferida. E eu sei que em você tá doendo também. Eu sei que daí você também pensa na gente. E sofre. Porque o amor tem dessas coisas, não é!?

Vou te confessar que metade do dia eu penso em você, na outra o quanto eu queria que você estivesse comigo, e aí as horas vão passando arrastadas, lentas, como se o dia não quisesse ir embora, como se o relógio não quisesse andar só de birra, pra continuar te deixando a quilômetros de mim. E aí, apesar de toda dificuldade, a gente vai ficando mais forte, sabe? Resistente. Hoje eu sei que depois da distância, a gente enfrenta qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo! Pode vir o que for, que tiramos de letra. Porque o mais difícil é isso aqui, é saber ficar feliz ao acordar com uma mensagem de bom dia, mesmo com o travesseiro ao lado estando vazio. E se a gente consegue amar mesmo sem poder se tocar todos os dias, é porque o amor é de verdade. E o nosso eu sei que é. Sempre soube.

Mas e ai amor, como é que estão as coisas por aí? Por aqui tá tudo meio estranho sem você.

Volta logo, to com saudades.

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"A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar." — Antoine de Saint-Exupéry — Cative-me.