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22 de fevereiro de 2017

Deixa eu fazer carinho na sua alma

Deixa eu brincar com o seu cabelo enquanto você estiver distraída acompanhando o movimento e as cores na tevê. Prometo não bagunçar muito - claro que é mentira. Gosto de fazer cachinhos, enrolando os fios nos meus dedos. Eles se desmancham em instantes, mas é uma delícia. E tem sempre aquela trança desajeitada que acaba virando uma confusão sem fim. Sou péssimo nisso. Você provavelmente vai se zangar comigo e me bater, dizendo o quanto sou bobo. 


É verdade, sou bobo. 

Deixa eu fazer carinho na sua alma, cócegas no seu corpo, cafuné na sua cabeça. Deixa eu ver seu biquinho mais uma vez, você sabe que assim eu não aguento, me entrego. Seus olhinhos castanhos brilham e de repente você pode pedir qualquer coisa, eu faço. Nem precisaria pedir, só desejar. E o universo seria seu. 

Deixa de lado esse medo de se machucar, pois temos pouco tempo para viver, pouco tempo para nos amar. Quem me dera poder congelar o tempo no exato momento em que te dou um beijo. Mas que graça teria, não é mesmo? Gostoso é te beijar mil vezes no dia e ainda sentir vontade de beijar mil vezes mais. 

Pois eu sinto saudade mesmo quando passo contigo as vinte e quatro horas do dia. Rezo aos deuses por mais alguns minutos extras quando o sol se põe. Então, deixa eu entrar de uma vez no seu mundo, deixa eu te ajudar com a mudança. Somos jovens e temos sonhos intensos demais, podemos usar isso para construir o nosso próprio cantinho. Um lugarzinho que caiba a minha alma e a sua.  

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"A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar." — Antoine de Saint-Exupéry — Cative-me.