Nova Perspectiva

30 de janeiro de 2011

O fruto do pecado - Parte 11

- Liguei para o advogado. - Falou a mãe da menina entrando no quarto.
- Hum. - Responderam os dois.
- Atrapalhei vocês? - A mulher sorria.
- Não, sim, bem, não. Mais ou menos. - Disse Júlia.
- Estávamos conversando Tia. Isso.
- Uhum, sei, conversando. - A mulher riu. - Você está bem filha?
- Sim mãe.
- Ótimo, temos que marcar um médico.
- Eu já marquei, para daqui duas semanas.
- Certo, e, bem, o advogado ira vir aqui o final da tarde, você vai falar ou prefere que eu fale com ele?
- Nós falamos mãe.
- Certo, vou deixar vocês.
A mulher fechou a porta e inúmeros pensamentos invadiram a cabeça da garota, Leonardo há olhava com um sorriso nos lábios.
- Da onde paramos mesmo? - Falou o rapaz.
Júlia sorrio. Os lábios se juntaram. Houve uma explosão de sentimentos.
O quarto já não estava mais bagunçado.
Agora entrava luz da janela
O sol deixou seus raios aquecerem o casal.
Algumas faíscas de fogo se misturaram com as de amor.
Os corpos instantaneamente se uniram.
Os dois formaram um.
O advogado chegou perto das seis horas, a menina já estava na sala a espera do homem engravatado, Leonardo desceu assim que ouviu a campainha soar distante, Rita sentou-se ao lado da filha. Quem abriu a porta foi Júlia, o advogado já era conhecido.
- Como você cresceu menina. - Ele havia representado a família dela em uma briga por terras.
- Bem, entre. - A garota apontou para o sofá e o advogado, que já era um senhor, sentou.
- Obrigada. - O homem colocou a pasta no colo. - Sua mãe já me explicou o caso vou então falar os seus direitos.
- Certo.
- Ele deve pagar a pensão que o Juiz determinar e por lei ele tem direito de ver a criança pelo menos de quinze em quinze dias, mas já me foi dito que ele não quer convivência com o filho.
- Exato.
- O registro é simples, mas tenho o dever de avisa-la menina que um dia está criança irá atrás do pai.
- Já pensei nisso, ela logo voltara.
- Provavelmente.
- Eu só quero o que ele tem direito.
- Ele pode ganhar o caso.
- Pode? - Os três olharam para o advogado com a mesma cara de espanto.
- Os casos não são mais como antigamente, agora muitas vezes ganha quem pode mais, estejam preparados para tudo.
- Vou lutar até o fim.
- Ótimo, darei o melhor de mim.
O advogado conversou um pouco mais e bebeu uma xícara de café amargo, não demorou muito para ele ir embora. Júlia passou um pouco mal e quem ligou para o Paulo foi Leonardo.

Continua.
Obrigada pela paciência e pelo carinho nos últimos comentários. *-*

11 comentários:

  1. 'Algumas faíscas de fogo se misturaram com as de amor.
    Os corpos instantaneamente se uniram.
    Os dois formaram um.'

    aah adorei isso!!

    Ainda pode ganhar o caso, em qe mundo estamos ne?!!

    *
    *


    Bjs flor, estou amando a fic
    Tenha uma ótima tarde!!

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  2. eu juro que estou curiosa demais para saber do resto D:

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Estou adorando o conto, demore o quanto quiser pra terminar. Fiquei animada ao saber que o fim será fofo, rs. Boa sorte com tudo aí, sei bem como é ter 15 anos..

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  5. Ele não pode ganhar :x

    e continue com o conto. que dê 20, 30 partes. Tá ótimo! :)
    :*

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  6. Avisando: Gabs, eu tô acompanhando desde o início, mas guardando pra um comentário, pra um comentário final. Tá bom demais o conto!

    Beijo.

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  7. Nha meu *---* to acompanhando amando, parabens !!

    beijos

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  8. A cada parte o conto vai ficando melhor. *--*
    Beijo =*

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  9. Talvez agora fique mais complicado ainda, já que a Ju está com o Leo, e o Paulo pode insinuar que o filho é do Leo.

    Bem vamos esperar para ler.

    Espero que esteja melhor flor.
    Bjs

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  10. Gabi acabo de criar dois selinhos, e indico pra vc, o selinho: seu blog eh um encanto

    http://meeucantinho.blogspot.com/p/que-tudo-o-que-mais-lhe-importa.html

    espero que goste.

    Bjss

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"A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar." — Antoine de Saint-Exupéry — Cative-me.