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18 de agosto de 2017

Você tem 30 segundos para ir embora

Tem um episódio de Greys Anatomy que uma personagem está sofrendo por uma determinada situação. Até aí tudo bem, porque quem assiste também sabe que sofrimentos são super naturais nessa série, né? Essa personagem conversava com uma amiga, se queixando de um cara que ela estava apaixonada e que por algum motivo (sem spoilers) as coisas não estavam fluindo do jeito que ela gostaria. No meio dessa conversa, a tal amiga disse que ela tinha apenas 30 segundos. Mas 30 segundos para que? Ela tinha 30 segundos para desabafar pela última vez tudo que ela estava sentindo e não iria fazer isso de novo. Deveria deixar tudo para trás, assim como aqueles 30 segundos. Todas as decepções, dúvidas, o aperto que tinha no coração, tudo ficaria para trás e ela não tocaria mais nesse assunto. Vida que segue!

Quando nossas almas se encontram

Não, não foi amor à primeira vista. Não tivemos o encontro perfeito, não nos esbarramos no corredor quando você derrubou meus livros e meus olhos tímidos encontraram os seus por total engano. Não nos apaixonamos quando nossas mãos se tocaram pela primeira vez. Nem pela segunda vez. Muito menos pela quinquagésima vez. Não pensava em você antes de dormir e muito menos deixava meu coração acelerar quando você virava a carteira na minha direção. Nunca me distraí nas aulas olhando pros seus cachinhos.

17 de agosto de 2017

Deixa a gente pra outra hora

Talvez numa outra hora a gente possa dar certo. Estou uma bagunça agora, não consigo controlar minhas emoções, minha casa não está pronta para receber visitas, preciso arrumar essa bagunça aqui primeiro e preciso fazer isso sozinha. Veja bem, eu sei que é um tanto quanto clichê aquela frase que diz: “O problema não é você sou eu”, mas vou precisar emprestar o clichê e usa-lo, pois você não é problema mesmo, você seria solução, mas não no momento que me encontro. Esse é o meu momento, o momento de colocar minhas ideias no lugar, ouvir músicas bregas no fone de ouvido enquanto malho na academia, assistir um filme francês no sábado a noite vestida com meu pijama mais confortável e pantufas, criar coragem para visitar aquela amiga que mora em outro Estado, de me encontrar no meu interior. Esse é o meu momento de sentir ao extremo o tudo e o nada.

16 de agosto de 2017

É tudo no tempo de Deus.

Ela andava tão cansada nesses dias. Desanimada. Cabisbaixa. Mas não era um cansaço da vida e das coisas, mas sim; das pessoas. Parecia que quanto mais o tempo passava, mais ela tinha preguiça de conhecê-las. Até achou que estava ficando velha rápida demais e achando tudo isso um saco, mas que na real, estava difícil mesmo era de alguém surpreendê-la ou encantá-la em coração.

15 de agosto de 2017

Você não é mais tão especial como antes


Quando acordei e fui procurar você nas notificações do meu celular me decepcionei novamente. Hoje é um domingo de junho, bem chuvoso e frio, e de todas às coisas que poderia me lembrar ao abrir os olhos, fui lembrar logo de você. Por que? Você só aparece quando quer e quando lhe convém. Sempre que eu te procuro ou mando uma mensagem você é completamente ríspido comigo. Juro que não te entendo. Toda vez que estamos juntos não há só um momento em que eu pare de sorrir. Você me alegra! E por mais que eu tente guardar apenas essas boas recordações na memória, elas vão se apagando com o passar do tempo. Você não é alguém presente. Nem pessoalmente e muito menos virtualmente. Minha memória não pode guardar algo que não vejo e nem ao menos sinto. Você está sumindo aos poucos - como aqueles emojis que sempre aparece nos recentes e quando deixa de ser usado, desaparece. E raramente nos lembramos dele depois.

Ponto de vista



Me puxa pela mão, sem perguntar se quero ir. Não sei lidar com perguntas e tenho tendência a negar qualquer tipo coisa que saia um pouco da bolha confortável que desenhei pra mim. Não me dê espaço para poder agir, porque sempre ajo dando um passo para trás e, de verdade, só dessa vez, eu não quero recuar.

14 de agosto de 2017

Macaquinho pra matar a saudades do verão #ootd


Que o verão anda meio desaparecido a gente já entendeu, né!? E até eu que sou apaixonada por um bom friozinho já to com saudades do bendito 40º. Já faz um tempo que tirei essas fotos (e bota tempo nisso), só que ainda não tinha conseguido postá-las aqui por um monte de motivos, ai eu resolvi tomar vergonha na cara e vir mesmo com o céu nublado compartilhar esse dia gostoso que me lembra como o calor pode ser bom.

Meu coração ainda está dormindo


O amor é o típico carinha bonitinho que você encontra na rua. Você não sabe em qual quarteirão irá encontrá-lo, nem quando, muito menos em que situação. Você poderia muito bem estar despenteada e só precisar ir até a mercearia da esquina da sua casa para comprar mais açúcar e, de repente, esbarrar com alguém que você jura de dedos juntos já ter sonhado. Já ouvi falar que o destino gosta de pregar peças nas pessoas, mas fazer isso em plena manhã de domingo, na única mercearia aberta da sua cidade foi sacanagem. Será que é por isso que algumas mulheres vão arrumadas até para o açougue?